Dilma: sorrisos amarelos que vêm e que vão... (Foto: Reprodução)

Dilma: é bom mesmo treinar o sorriso, porque a passagem por Catanduva não será das mais fofas… Foto: Reprodução)

Uma operação tipo de guerra está sendo armada para garantir a segurança de Dilma Roussef (PT) durante sua passagem pelos Alpes Canavieiros, nesta terça (25). A bonita vem para inaugurar moradias do programa Minha Casa Minha Vida, em Catanduva. Mas desembarca em Rio Preto, onde dois helicópteros Super Puma da Força Aérea Brasileira (FAB) já se encontram desde a tarde desta segunda.

As aeronaves farão o deslocamento da presidente e de sua equipe até a Cidade Feitiço onde, segundo o blog Passando a Limpo, dois helipontos foram construídos a pedidos do Palácio do Planalto.

Em tempo: os dois helipontos serão ‘desconstruídos‘ na quarta-feira (26). Também de acordo com o blog Passando a  Limpo, boatos de que Dilma Rousseff teria cancelado sua vinda à Catanduva circularam nesta tarde pelo comércio da cidade.

Verdade ou apenas especulação do povo, a presença da petista em Catanduva aditivou os movimentos de oposição, que prometem novas manifestações e muito barulho. O “Vem Pra Rua”, por exemplo, organiza protesto a partir das 10h, na Praça da Matriz. Os trabalhos protocolares de Dilma têm início às 11h. Na sequência, Dilma segue para Araraquara, onde novo protesto organizado pelo VPR local também pretende nublar o discurso da presidente.  

Diplomacia de ocasião

E, no meio de todo esse babalaô, quem acompanha Dilma Rousseff em sua turnê pelos Alpes Canavieiros é o governador de São Paulo Geraldo Alckmin (PSDB). Figura política de oposição, o tucano tem claros interesses políticos em dividir o palanque com a petista. Em 2018, quando a sucessão presidencial estiver mais nervosamente em pauta, Alckmin já deixou claro que quer a cadeira para ele.

Sim, caro leitor: a atual política que se pratica no Brasil é semelhante a um ofurô de jiboias. E quanto a nós, só nos resta seguir acreditando que homens honestos possam emergir desse ofurô. É caso de milagre, eu sei. Mas a esperança, como diz Berenice Du Lar, é a última que entra em coma. E salve-se quem souber… É dura a vida do trapezista no meio da vaia…