Alok: apenas o melhor DJ do Brasil neste momento. Migo, depois me add no WhatsApp, plis. (Fotos: Divulgação)

Prazer, Alok, apenas o melhor DJ do Brasil. Depois me add no WhatsApp, plis. (Fotos: Divulgação)

Miga, pensa num DJ magya… Agora multiplica. Eis Alok Petrillo, 24 anos, o cara do momento quando o assunto é música eletrônica (mais exatamente deep house e underground, especialidades do rapaz).

Depois de tocar em alguns dos principais festivais do mundo, como Tomorrowland (vídeo no final do post), e de figurar como um dos 100 mais na seleta lista da revista DJ Mag inglesa (espécie de bíblia do segmento), Alok aterrissa em Rio Preto nesta sexta (24), faça frio ou faça escova.

Aliás, faça muita escova, porque o galalau merece. Talentoso, gatérrimo (como confirma foto acima) e disputadíssimo no circuito das melhores festas, Alok também é hoje um dos cachês mais caros da noite.

De acordo com o empresário João Vitor Ferreira Souza, sócio da The Club, o rapaz cobrou R$ 50 mil para tocar na casa. “Mas seu cachê real gira em torno de R$ 80 a R$ 100 mil”.

Descontos à parte, Alok pode até ter cobrado menos para tocar na cidade, mas exigiu cinco passagens aéreas e equipamento que gera efeito visual de CO2 (cerca de R$ 5 mil a brincadeira). “Como se trata de uma festa muito grande, os efeitos são imprescindíveis”, acrescenta João Vitor, o Tchuppa.

Contanto que o fumacê não esconda o rapaz, a gente até deixa os efeitos visuais bombarem (aloka!). Agora vai, que você ainda precisa correr atrás de uma pulseirinha VIP pra poder fazer a maria-pickup. É dura a vida do trapezista in the house…

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